terça-feira, 16 de dezembro de 2014

RECADO IMPORTANTE!!

  Eu sei que posto um capitulo novo toda segunda, mas pode ser que semana que vem não postarei. Pois estou resolvendo coisas sobre a documentação do livro. E até que tenha terminado, não vou poder postar mais.
  Mas vou tentar resolver o mais depressa possível. Desculpem, e agradeço a compreensão desde já.

 Beijos, Maça.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Livro: "A estranha história da pequena Alice" #3

Capitulo 3

  Sem entender o que estava acontecendo, Alice se encolhe abraçando seus  joelhos, começa a chorar e tentar entender como tudo tudo aquilo teria acontecido, sente as mãos de alguém tocando em seus cabelos e levanta os olhos para ver, torcendo para que tudo tivesse voltado ao normal, que aquilo fosse apenas um pesadelo. Mas ao olhar viu que era Victoria ainda, grande do mesmo jeito a olhando assustada.

  - Por que você esta chorando Ali? - Victoria pergunta preocupada.
  
  - Por que você esta grande demais, e até ontem você era tão pequena. - Ali responde chorando.

  - Ah! Mas não fica triste assim, você diz que estou crescendo rápido desde o ano passado. - Vic diz rindo, tentando acalmar sua irmã.

  - Não Victória, você não esta entendendo. - Tentou explicar. - Você estava pequena de verdade ontem, mas quando acordei hoje você estava desse tamanho. E tem mais também... - foi interrompida por Victoria.

 - Tudo bem, olha, o que acha de descermos para tomar o café da manhã, ai você se acalma e explica para todos o que esta acontecendo? - Vic perguntou, de uma forma que de certo modo lhe fez parecer madura, o que só deixou Ali mais assustada.

 - Certo, vou tentar. - respondeu.

  Então as duas desceram as escadas e foram para a cozinha de sua casa, ela continuava igual. - pelo menos a cozinha não mudou. - pensou Alice. Era uma cozinha típica americana, com as paredes brancas e piso cinza claro.

 - Bom dia princesas, dormiram bem? - Carol disse olhando fixamente para Ali.

 - Se dormir bem, for você ir dormir em um ano e acordar em outro, sim. - Ali disse ironicamente, porem irritada.

 - Como assim filha? - disse Carol.

  Alice percebeu um certo clima de tensão quando ela disse aquilo.

 - Suponho que papai já deve ter te contado. - Ali disse enquanto bebia seu café.

  Carol olhou para Sam com expressão de duvida, já respondendo que ele não havia lhe dito nada.

 - Bom, pelo jeito ele não falou. - Ali respondeu ela mesma, bufando. - Então vou explicar pela ultima vez, mas eu quero que prestem atenção. Certo?

 - Certo. - todos disseram.

  Ali engoliu a torrada com geleia de frutas vermelhas que estava em sua mão, recuperou o folego, e então começou a explicar tudo, mais uma vez.

 - Ontem eu estava em casa com meus amigos, Beth e John jogando vídeo game, e quando desci as escadas mamãe havia se cortado, ajudei ela com o curativo e então pedi para que meus colegas dormissem em casa, mamãe deixou, e quando subi as escadas Victória que ainda era pequena, tinha sumido. - Ali fez uma pausa para respirar, enquanto todos a olhavam atentos. - Procurei ela e a encontrei pendurada n rede da varanda, voltei para o quarto e continuei brincando com meus amigos, nós fomos dormir muito tarde. Mas então de manhã fui acordada pelo papai me desejando feliz aniversário, e por um comentário que eu fiz, ele me disse que meus amigos não vem em casa a um ano, até porque Beth havia morrido em uma acidente de carro, e a Victoria apareceu grande assim na minha frente. - Ali já estava chorando. - Agora, será que tem como alguém me explicar, como posso ter dormido ontem, e quando digo ontem, quero dizer realmente ontem, com meus amigos aqui em casa e acordar hoje com tudo isso tendo acontecido no ano passado? - Ali acabou e caiu em um choro profundo que a fazia soluçar. 

  Carol rapidamente a abraçou acariciando suas costas.

 - Calma filha, nós acreditamos em você, e vamos dar um jeito de concertar tudo isso. - Sam disse pegando a mão da filha. - Nós nunca vamos te abandonar.

 - Acho que se chamássemos John para vir conversar com você, se sentiria melhor e ele poderia te explicar o que aconteceu nesse tempo. - Carol propôs.

  Ali concordou e tentou para de chorar. Sam ligou para a casa de John mas ninguém atendeu, então acharam melhor deixar para mais tarde.

  Como era aniversário de treze anos da Ali, já que ela não se lembrava do seu de doze, Sam comprou um bolo lindo de dois andares, cobertos com pasta americana preta e desenhos de notas musicais. Eles cantaram parabéns e Ali soprou as velas fazendo um pedido, ela pediu que tudo voltasse ao normal e que aquilo não tivesse passado de um sonho. Ela tentou se animar com os pais, mas não estava feliz, então apenas fingiu e agradeceu pelo bolo.

  Quando Ali já estava preparada para cortar uma fatia deliciosa do bolo de doce de leite e nozes, alguém bateu na porta da frente de sua casa. Ali foi atender, ao abrir a porta seu corpo se arrepiou com um fundo de alegria. Era John.

 - John? - Ali disse um pouco sem ar.

 - Oi pequena. - Ele respondeu com um sorriso de lado discreto.

 - Entra, esta nevando ai fora. - Ali disse o puxando para dentro.

  Ele entrou e olhou por toda sua volta, como se não visse o lugar a muito tempo, seu olho se encheu de lágrimas, o que deixou Ali um pouco assustada.

 - O que aconteceu? - Ali perguntou preocupada.

 - Nada, é que sua casa me faz lembrar minha irmã, acho que por isso não voltei mais aqui no ultimo ano. - John disse se referindo a Beth.

 - A gente precisa conversar sobre isso John, aconteceu algo muito estranho, nós ate te ligamos para ver se você poderia vir aqui hoje, ainda bem que apareceu. - Ali disse.

  John fez ma cara de que estava confuso, então percebeu que ainda não tinha dado os parabéns para Ali.

 - Nossa, como pude esquecer. - Ele disse dando um tapa em sua testa. - Parabéns Ali, senti saudade.

  Ela sorriu e lhe agradeceu lhe dando um abraço longo e que fez ela se acalmar.

 - John? - Carol gritou da cozinha. - Venha aqui querido. 

  Ele olhou para Ali e deu risada, e então foi para a cozinha cumprimentar a todos.

 - E ai garotão? - Sam disse bagunçando os cabelos de John. - Nós sentimos sua falta.  

 - Senti muito a falta de vocês também. - Respondeu sorrindo. - Nossa Ali, que bolo legal, acho que mereço um pedaço bem grande, ou melhor, vocês ficam com a camada de baixo e a de cima é minha.

  Todos gargalharam, inclusive Ali, que não tinha feito isso desde que acordou, ela ficou muito feliz de John estar ali com ela, mas sentiu muito a falta de Beth.

 - Acho que você tem que tirar o olho porque o bolo é meu mocinho. - Ali respondeu rindo.

 John riu também, então foi na direção da Victória fazendo posição de cocegas com os dedos, o que Vic amava quando pequena.

 - Eu sou o senhor garra, e vou pegar a Victória. - Ele disse fingindo que sua mão é quem estava dizendo aquilo.

  Saiu correndo atrás dela, até pega-la e jogar no sofá fazendo cocegas. 

 - Sentiu saudades de mim? - John perguntou para Vic.

 - Não! - Victoria respondeu gritando e dando risada. 

 - Não? - John fez cara de bravo para ela. - Como ousa falar assim como senhor garra? - disse e voltou a fazer cocegas nela, até que ela disse que sim.

 - Parem com a bagunça vocês dois, se não, não vou dar bolo para ninguém. - Ali disse fazendo chantagem. - Muito menos para o senhor garra. 

 - Tudo bem, você venceu. - John disse rindo.

  Passaram uma tarde divertida comendo bolo e rindo das piadas de John, fazendo Ali esquecer um pouco tudo que aconteceu. Mas era impossível não lembrar quando olhava para Vic ou John.

 - Acho que eu e o John temos que conversar.- Ali disse para os pais dela. - Vamos para meu quarto. - disse puxando ele.

 - okay filha, vamos estar aqui em baixo se precisar. - Respondeu Sam.

  Eles subiram para seu quarto e Ali fechou a porta. Sentou-se em sua cama e respirou fundo para saber como explicar para John oque estava acontecendo. John sentou ao lado de Ali na cama. 

 - Bom, eu não sei por onde começar a te explicar isso, mas vou tentar. - Ali começou. - Primeiro quero te pedir algo.Enquanto eu te explicar, quero que saiba que isso é muito sério, por tanto tente entender e sem brincadeiras. 

 - Tudo bem, estou ouvindo. - John respondeu apreensivo. 

  Ali deu exatamente a mesma explicação que deu para seus pais, dizendo tudo o que aconteceu, então complementou: 

 - Mas eu te juro, foi como se eu tivesse me teletransportado para o futuro. Sei que parece loucura, mas foi isso que aconteceu, então eu queria que me explicasse o que aconteceu desde aquele dia. 

  John ficou olhando para Ali, dava para ver que ele tava se esforçando para entender tudo o que ela tinha dito, mas quando ela acabou ele passou a mão na cabeça como se não tivesse entendido, na verdade absolutamente nada.

 - Meu Deus, que loucura. - Ele disse, e foi só o que falou durante alguns longos segundos. - Então esta me dizendo, que a ultima coisa que se lembra é do dia anterior que sofremos o acidente? Mas na verdade, é como se tivesse acontecido ontem? - John perguntou parecendo mais confuso que Ali.

 - Exatamente! - Ali afirmou. - Mas, como assim, "nós" sofremos acidente?

 - Tudo bem, vou explicar tudo que aconteceu desde aquele dia. - John disse coçando a testa. 

 - Certo, obrigada.

 - No dia depois de dormimos aqui, minha mãe ligou perguntando se nós três queríamos ir ao parque ver a neve, como fazíamos todos os anos. Então fomos, o parque foi super divertido, fizemos guerras de bola de neve, enfim, na volta já estava escurecendo e as pistas estavam congeladas, meu pai perdeu o controle e o carro acabou capotando. - John fez uma pausa para fazer uma pergunta. - Consegue se lembrar de algo disso tudo que contei?

 - Não, desculpa. - Ali respondeu.

 - Nossa. - John disse. - Então, continuando. O carro capotou e colidiu com uma arvore, bem na direção onde a Beth estava. Ela morreu na hora com a pancada, e nós desmaiados, fomos para o hospital e meus pais tiveram ferimentos leves, mas nós dois nos machucamos muito, o que me fez ficar internado até me recuperar e você entrou em coma, por uma semana. Não sei direito o que aconteceu para você ficar em coma, sei que bateu a cabeça muito forte apenas. Mas você melhorou rápido, e saiu do coma em uma semana. Depois que saímos do hospital, nunca mais nos vimos, eu mudei de escola e não vim mais para sua casa. Foi isso. - John terminou a história e enxugou as lágrimas, falar da irmã dele ainda era muito doloroso.

 - Como posso não me lembrar de nada disso? - Ali disse inconformada. - Posso ter  perdido essa parte da memória no acidente, mas e depois que sai do coma? - Ali perguntava a si mesma. - Por que não me lembro de nada?

 - Eu também não sei, mas vamos dar um jeito de concertar isso. - John disse sorrindo esperançoso.

  Eles desceram e ficaram na sala conversando sobre o que John tinha feito durante o ano, tomaram chocolate quente e assistiram filmes, e jogaram vídeo game. Tudo como era antes, exceto pela falta de Beth.

 - Você esta morando no mesmo lugar ainda? - Ali perguntou.

 - Não, nós nos mudamos para algumas quadras de distancia, minha mãe não queria cotado com nada que lembrasse a Beth. - John respondeu. - Acho melhor eu ir embora.

 - Já esta muito tarde, você não quer dormir aqui? - Ali questionou. - É perigoso andar sozinho na rua a essa hora.

 - Ali, tenho quinze anos, não sou mais uma criança. - John disse rindo.

  Ali havia se esquecido deste detalhe, agora ele já tinha quinze anos.

 - Mesmo assim, você é fraquinho, qualquer um pode te machucar na rua. - Ali mentiu brincando, ele estava forte e alto. - Não quero que você vá.

  John deu risada levantando do sofá e olhando para baixo onde estava Ali. Como sempre fazia para mostrar o quanto ele era maio do que ela. Ali apertou o olhar fazendo cara de brava e o encarando de perto. Depois não aguentou e deu risada.

 - Ta bom vai, não é mais tão fraco assim, mas é perigoso do mesmo jeito.

 - Tudo bem, já que quer tanto, eu fico. - John brincou.

  Eles foram se deitar, Ali já tinha se esquecido até de seu pedido de aniversário. Ficaram conversando por mais um tempo, e pouco antes de adormecer, Ali pegou a mão de John e disse:

 - Por favor, não vá embora dessa vez. Esteja aqui quando eu acordar. 

 - Eu não saio daqui por nada, prometo. - John respondeu dando um beijo na mão de Ali.

  Era para ser uma noite tranquila, mas Ali teve um sonho que mudou tudo. 


              Continua... 
- Maça.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Livro: "A estranha história da pequena Alice" #2

Capitulo 2

  Um ano se passou, e a amizade continuou. Alice estava caminhando de volta para casa depois da aula, quando escutou alguém chamar por seu nome.

 - Alice, espera!

  Ali se virou, era Elizabeth a chamando, e logo atrás dela estava John, eles estavam tentando caminhar o mais rápido possível sobre a grossa camada de neve que tomava o chão, os cabelos loiros de Beth estavam congelados e grudados em sua pele que parecia mais branca que a própria neve, enquanto John tinha em sua cabeça uma touca que caia para trás cobrindo seus cabelos pretos e ondulados. Alice andou para perto deles para tentar ajuda-los a andar, pois, mesmo sendo a baixa, ainda era mais forte que eles.

 - O que vocês estão fazendo aqui? - Ali perguntou.

 - Estamos indo para casa, tomar uma sopa quente. - Beth respondeu sorrindo.

 - Mas a casa de vocês é na rua ao lado, essa é a rua da minha casa. - Ali disse confusa.

- Sua casa, nossa casa. - John disse rindo.

  Todos eles deram muitas risadas no caminho e então foram para a casa de Ali, uma casa simples porem grande, tinha uma cara de "cassa de filme de terror", que era como os amigos de Ali costumavam chamar, a frente era pintada com uma tinta cinza descascada e dentro era um branco, que na verdade já nem parecia mais branco por causa do tempo, o piso e as escadas eram de madeira. O único lugar da casa que era menos assustador, era o quarto de Ali e Vic, o quarto delas era com carpete cinza claro e as paredes cheias de colagens e coisas que elas gostavam.
  
  Logo que chegaram, tiraram as roupas molhadas de neve e foram para a cozinha onde Carol estava no telefone, Ali abriu a geladeira e pegou uma panela de sopa que estava la e colocou-a no fogão para esquentar. Carol parecia animada e preocupada ao falar no telefone, oque deixou Ali curiosa para saber com quem ela estava falando, então logo que ela desligou, não hesitou em perguntar.

 - Mamãe, com quem a senhora estava falando?

 - Bom filha, eu ia deixar para contar quando seu pai estivesse em casa, mas já que não sabemos quando isso vai acontecer...

 - Fala logo Mamãe, eu estou curiosa. - Ali a interrompeu.

 - Ok. Eu fui chamada para uma entrevista de emprego amanhã.

  Ali ficou um tempo parada olhando para sua mãe, não sabia que reação ter.

 - E você vai? - Perguntou um pouco confusa.

 - Sim filha, eu tenho que i. - Carol respondeu um pouco surpresa.

 - Mas, se você trabalhar, quem vai cuidar da Victoria e de mim? - fez uma pausa. - Quem vai conversar comigo para perguntar como foi meu dia de aula? - Ali disse alto, inconformada. 

 - Ali, sei que é difícil, mas imagina tudo que poderemos fazer se eu começar a trabalhar, e ter meu salário. Você já cuida da sua irmã e faz as coisas aqui em casa, isso não mudaria em nada, já sabe até fazer sua própria comida. - disse apontando para o pote de sopa que eles estavam tomando. - Em relação a não ter com quem conversar, você tem seus amigos, e eu não vou demorar para voltar, quando você menos esperar já estarei aqui.

  Alice ficou triste e achou um absurdo sua mãe deixar que ela cuidasse de tudo sozinha, afinal, não importava que ela sabia fazer tudo aquilo, ela tinha apenas onze anos.

 - E outra, você está sofrendo por antecipação, eu não sei nem se vou passar ainda.

  Ali terminou sua sopa e seus amigos também, então para finalizar a conversa disse:

 -  Então vou torcer para que não passe. - disse furiosa.

  Pegou sua mochila e subiu para seu quarto acompanhada de Beth e John.

 - Eu não acredito, como ela pode fazer isso? - Ali disse para seus amigos quase chorando de nervoso. - Eu tenho apenas onze anos, como pode deixar que eu fique sozinha em casa limpando, cozinhando e ainda cuidando de um bebê?! Eu poderia matar minha irmã. - disse ironicamente.

  Beth e John deram com os ombros sem saber oque falar, eles não tinham o raciocínio tão rápido quanto o de Ali. Mas fizeram uma cara de espanto olhando para trás de Ali, onde ficava a cama de Victoria.

  Ali se virou para trás e lá estava ela, sentada olhando para Alice, com os olhos cheios de lágrimas, o que fez Ali sentir uma dor imensa em seu peito.

 - Desculpa Vic. - Ali disse enquanto pegava Vic no colo dando um abraço de arrependimento. - Eu estava nervosa, não queria ter te assustado, me perdoa.

  Vic a olhou bem no fundo dos olhos como sempre fazia e lhe deu um abraço de consolo.

 -Esta tudo bem. - disse com sua voz meiga e doce de bebê que ainda tinha aos seus seis anos.

  Ali lhe deu um beijo na testa e a colocou no chão. Quando olhou para Beth, ela estava sorrindo meigamente por conta da cena que viu.

 - Não se acostuma não, que em você eu dou logo uns tapas. - Ali disse para Beth.

  Eles gargalharam e se sentaram no chão para fazer oque mais gostavam, jogar vídeo game. Enquanto jogavam, Vic brincava com suas bonecas ao lado de sua irmã. Como estavam se divertindo muito, Ali perguntou se eles não poderiam dormir lá, como sempre faziam. Eles disseram que só precisavam perguntar para seus pais.

  Alice desceu para pedir a sua mãe se eles podiam ficar, quando a encontrou sentada em uma cadeira, pálida como um fantasma, segurando uma de suas mãos com muita força.

 - Mamãe o que aconteceu? - Ali disse enquanto descia a escada correndo.

 - Um caco de vidro cortou minha mão, e você sabe como sou fraca para essas coisas, mas eu quis olhar, e acabei passando mau. - Carol respondeu.

 - Solte sua mão, deixa eu ver como está. - Ali disse tirando a mão da mãe de cima do corte.

  A única pessoa que tinha coragem de olhar essas coisas era Alice, ela não tinha aflição de nada, e sempre cuidava dos ferimentos de todos, inclusive os dela. Quando viu o corte, procurou saber se tinha sido muito profundo e ver se não tinha sobrado nenhum caco de vidro no corte, mas para infelicidade de Carolyne, havia um pequeno caco de vidro dentro do machucado, e o corte era bem grande um pouco profundo.

 - Mamãe, a gente vai precisar te levar para o hospital, tem um caco de vidro ai dentro ainda, e você vai ter que levar pontos. - Ali informou sua mãe.

 - Não Alice, não temos como ir ao hospital, esta nevando e estamos sem sinal de celular para ligar para a emergência. - Carolyne respondeu quase chorando.

 - Você não pode ficar com o corte aberto assim, e esse caco de vidro pode se movimentar e ir para um outro lugar e infeccionar. - Alice disse assustada.

 - Então você vai ter que fazer algo, nós temos um kit de primeiro socorros no armário, lá dentro tem agulha e linha, e coisas para esterilizar oque for usar, e pode usar a pinça para tirar o caco. - Carol disse sem muito folego por conta da dor. - Você terá que ser forte filha, faria isso?

 - Você quer que eu faça o trabalho de um médico profissional? E se eu fizer algo errado? E a dor? Você não vai aguentar. - Alice disse inconformada com que sua mãe estava lhe pedindo, olhava para ela como se estivesse delirando.

 - Eu não quero que faça isso se não for aguentar, mas sei que você fara direito. - Carol respondeu sem folego. - Afinal, você já fez coisas piores.

  Ali consentiu com a cabeça e foi pegar os materiais que usaria, pegou luvas no armário ao lado do kit de primeiros socorros e uma toalha na gaveta. Colocou a anestesia na injeção e aplicou em volta do corte, pegou a pinça e cuidadosamente foi tentando pegar o caco de vidro,, depois que conseguiu, ela cuidadosamente foi dando pontos até que o corte estivesse fechado. Depois de fechar o corte, ela pegou um pedaço de gaze e colocou com um esparadrapo em cima do machucado.

  E então se levantou, enxugou o suor e avisou sua mãe que tinha acabado. Carol se virou assustada e olhou para a mão.

 - Mas se passaram apenas sete minutos, como pode já ter feito tudo isso? - Carol disse assustada olhando para filha.

 - Foi simples, não estava tão difícil de tirar o caco, e depois eu só fechei o corte, não tinha motivo para que demorasse. - Ali respondeu como se não fosse nada de mais.

  Carol continuou olhando para sua mão com olhar de espanto. Mas então disse:

 - Você ia perguntar algo quando desceu?

 - Ah, sim. Eu ia te perguntar se Beth e John podem dormir aqui hoje.

 - Sim, claro. - Carol respondeu atordoada. 

  Quando Alice se virou para ir em direção a escada viu que Beth e John estavam sentados nela, olhando para as duas.

 - A quanto tempo estão ai? - Ali disse desconfiada.

 - Tempo o suficiente para assistir toda a cirurgia e ouvir que podemos ficar. - John respondeu sorrindo.

 - Como consegue fazer essas coisas Ali? Eu quase desmaiei só de olhar você fazendo, e quando colocou a pinça então? Nossa! - Beth disse assustada com a frieza de Ali.

 - Eu já me acostumei. - respondeu. - Então, conseguiram falar com os pais de vocês? - Ali peguntou mudando de assunto.

 - Sim, eles deixaram. - John respondeu.

  Alice olhou desconfiada para a mãe dela e disse:

 - Engraçado, achei que estivéssemos sem sinal por causa da neve.

  Carolyne a olhou com um sorriso sem jeito.

 - Poise, achei que estávamos. - respondeu para Ali.

  Alice ficou desconfiada, mas resolveu não dar muita atenção. Subiu as escadas com seus amigos para seu quarto, ao chegar no quarto viram que Vic havia mexido em tudo derrubou o vídeo game, os controles e bagunçou tudo.

  Ao ver o vídeo game caído os três fizeram uma cara de espanto, Beth e John estavam com medo de ele ter quebrado, mas Alice estava com medo de Vic ter se machucado, e preocupada em encontrá-la. 

 - Victoria? - Alice gritou preocupada. - Onde você está?

 Então ela lembrou que a porta do quarto estava aberta, e na hora já veio em sua mente que ela podia cair da escada, seu corpo se arrepiou por inteiro. Ela saiu correndo e entro uno quarto de sua mãe, as luzes estavam apagadas, o quarto não era muito grande, um cama no centro com uma porta de vidro ao lado que dava para uma varanda, em frente a cama a porta para um banheiro pequeno e do outro lado a porta onde estava Alice assustada. Ela entrou e acendeu as luzes, então escutou a risada de Vic, lhe dando um pouco de alivio, mas a risada veio da varanda, o que fez com que aquele sentimento de alivio fosse embora. Ali correu para a porta da varanda e viu Vic se pendurando e balançando a rede que protegia que ela caísse de la, e havia um buraco feito por seu cachorro onde Victoria poderia ter passado perfeitamente. Ali já com a garganta doendo segurando o choro correu, pegou sua irmã e a abraçou forte, deixando que uma lágrima escapasse de seus olhos.

  Voltou para o quarto com a irmã  no colo que estava assustada com a situação, colocou-a em sua cama e sentou-se na sua aliviada, soltando um suspiro baixo.

 - Está tudo bem Ali? - John perguntou, enquanto recolhia as coisas no chão.

 - Sim, ela estava na varanda. - Alice respondeu ofegante. - Meu Deus, ela poderia ter caído, ia ser minha culpa. - Deixou escapar pensando alto.

 - Calma Ali, você não tem culpa de nada. - Beth disse fando-lhe carinho nas costas.

  Como Alice não era o tipo de pessoa carinhosa, apenas sorriu para a amiga e se levanto para ajudar John a recolher oque havia caído no chão. Para alegria deles nada tinha parado de funcionar.

  Depois de jogarem muito, decidiram ver uma série que eles gostavam muito, chamada "Os últimos sobrenaturais", que contava a história de uma menina que descobria que tinha poderes sobrenaturais e seus amigos também e eles tinham que resolver uma guerra. Eles amavam esse tipo de coisa, então ficaram até quase amanhecer assistindo em episódio em seguida do outro, já que no dia seguinte não teriam aula por causa do acumulo de neve.
  
  Então Alice foi acordada de manhã por um beijo úmido na testa, ela abriu os olhos e era seu pai, não pode conter a alegria então o agarrou em um enorme abraço de saudades. Sam riu da alegria da filha, mas ele estava com muita saudade também, então o abraço foi reciproco. 
  
 - Porque não disse que ia voltar hoje? - Ali questionou sonolenta.

 - Eu quis fazer surpresa pequena. - Disse sorrindo. - Feliz Aniversário.

  Ali arregalou os olhos confusa, ela havia se esquecido do próprio aniversário, pois estava acostumada a quase nunca comemora-lo.

 - Eu não acredito, vai me dizer que esqueceu seu aniversário? - Sam disse rindo.

 - Esqueci mesmo, me diverti tanto ontem com Beth e John que nem me lembrei. - disse sorrindo. - Tem certeza que e...

  Ali interrompeu o que estava falando por causa da cara de Sam, ele estava a olhando confuso, como se ele tivesse dito algo absurdo, sem sentido.

 - Porque esta me olhando assim papai? - Alice perguntou confusa.

 - É que eu juro que escutei você dizendo que Beth e John estavam aqui ontem. - Sam respondeu.

 - Mas foi exatamente oque eu disse. - Alice riu discretamente. - apontou para o lado de sua cama, mas foi interrompida pelo que viu, ou melhor, pelo que ela não estava vendo.

  Quando Ali olhou na direção que disse, ela viu apenas uma imensidão de nada, não havia ninguém ali.

 - Onde eles estão papai? - perguntou muito assustada e se levantando. Para onde eles foram?

  Sam continuava lhe olhando sem entender nada.

 - Filha, eu não estou entendendo. - Sam disse tentando a acalmar. - John não vem aqui a mais de um ano e Beth faleceu naquele acidente carro voltando da nossa casa. - Sam parecia mais assustado que Alice.

 - Isso é algum tipo de brincadeira sem graça de aniversário? - Ali disse quase gritando, nervosa, sem compreender do que o pai dela  estava falando. - Ele estavam aqui ontem mesmo, pode perguntar para a mamãe.

 - Filha, você deve estar apenas assustada, desculpe, mas essa é toda a verdade. - Sam disse tentando acalma-la. - Vou pegar um copo de água.

 - Ok. - Ali disse atordoada.

  Ela se levantou andando em círculos pelo quarto tentando colocar sua mente no lugar, mas tinha certeza de que eles estavam la no dia anterior. Quando abriu a porta ela ouviu uma voz atrás dela dizendo:

 - Ali, você esta bem?

  Quando Alice se virou para ver quem era, viu uma menina linda, de pele morena olhando-a preocupada, mas não poderia ser Victória, como seria ela daquele tamanho se no outro dia ela era tão pequena?

 - Victoria? - Alice olhou assustada, andando para trás até cair de novo na sua cama. - Meu Deus, o que esta acontecendo? 



                   Continua....       
- Maça.                

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Livro "A estranha história da pequena Alice" #1

"- Porque John? Você não podia ter feito isso, eles eram meus pais... eu nem sei mais se posso confiar em você, ou melhor, se eu posso confiar em alguém..."

Capitulo 1

 O que acontece quando você descobre que tudo que você sabe, e todos que você conhece, não passam de um monte de mentiras? O que você faria se não soubesse nem mais quem é você de verdade ou se o mundo que vive não passa de um grande teatro? São muitas duvidas, duvidas que passaram na cabeça da pequena Alice, uma simples menina, de pele pálida como a neve e longos cabelos vermelhos. E ela um dia decidiu, me contar tudo oque passou, sim, para mim, uma escritora jovem, de apenas 16 anos, ela disse que queria contar a verdade ao mundo.
 Eu me questionei por dias o porque ela me contaria toda sua história, e porque ela decidiu que eu escrevesse, tive medo que eu acabasse fazendo parte de tudo isso. Mas como essa história não é sobre a minha vida, acho melhor começar a falar da grande personagem.

Nome: Alice Maurey Oliver.
Idade: 17 anos.
Pais: Não identificados.

 Por incrível que pareça essa é a ficha inteira de Alice na nossa escola, não encontrei mais nada sobre ela nos arquivos, mas vocês já vão entender o porque.
 Alice nasceu no dia 06 de outubro de 1993,seus pais a abandonaram quando ela tinha 3 anos na porta de um casal jovem, Carolyne e Samuel, eles contavam a Alice que como sempre quiseram um filho, a adotaram com todo amor, ninguém nunca soube onde foram parar os verdadeiros pais de Alice.
 Carolyne dedicava todo tempo a filha Alice por ela ser pequena e desajeitada, sempre vivia toda cheia de roxos, oque deixava sua mãe triste, porque sentia que era sua culpa. O pai de Ali trabalhava com entregas em um caminhão então passava a maior parte do tempo viajando, e quando voltava, estava louco de tanta saudade de sua esposa e filha. Com o salario de Sam não dava para sustentar toda a casa, Carol trabalhava vendendo doces que ela mesma fazia, oque ajudava.
 Ali sempre foi uma criança feliz, sorridente, e ativa, quando eles a adotaram, ela já falava tudo que se pode imaginar, mas a parte engraçada, é que ela tinha o costume de dizer palavras confusas do dicionário.
 Quando ela completou cinco anos, Carol descobriu que estava gravida, oque foi um motivo de festa para todos, inclusive para Alice que sempre quis companhia. Por ser uma menina que amadureceu rápido, Ali sempre ajudou sua mãe em tudo que ela precisasse, e quando Carol não podia levantar nem para servir comida para ela, Ali fazia sem reclamar. Cuidava de tudo, sempre feliz.
 Então quando a linda menina de pela negra, como Sam, nasceu, foi dado o nome de Victória. Alice ficou em casa esperando por sua irmã ansiosamente, ligava a todo minuto para seu pai, para saber se eles iriam demorar ainda. E então finalmente chegaram.
  
 - Ai meu Deus eu não acredito, eles chegaram, eles chegaram. - disse Alice a sua avó paterna Carla.

 Samuel entrou, segurando a mala do bebê e de sua esposa, e logo atrás veio Carolyne segurando em seu colo a linda Victória. Carol abaixou-se devagar para que Ali pudesse ver sua irmã.

 - Ela é a coisa mais linda e delicada que já vi Mamãe. - Ali disse baixo para Carol.
 - Sim filha, é por isso que você tem que ajudar a Mamãe a cuidar dela, ela é muito frágil, e pequena. - Sam disse acariciando os cabelos de Ali.

 - Eu vou cuidar dela Papai, para sempre, não vou deixar que ela se machuque, e se alguém a fizer mau, eu vou atrás de quem fez isso, nem que seja a ultima coisa que eu faça.

 Sam riu, um pouco sem graça, foi algo inesperado dito por uma criança de apenas cinco  anos. Mas ele, esmo sabendo que não devia, acreditou em suas palavras, ele sabia que Ali cuidaria sempre de Victoria.
 Victoria cresceu feliz, sendo o centro das atenções de toda a família, oque fez com que deixassem de lado Alice, mas ela não era o tipo de criança birrenta que chorava por atenção, ou que pelo menos ligasse para isso, então não se importava de ser deixada de lado, e ficava feliz por ver que aquela atenção fazia bem para sua irmã. Mesmo Ali nunca ligando por ser esquecida, ela ficava triste porque ela estava sempre sozinha, nenhum dos seus primos queriam brincar com ela, e não tinha muitos amigos, então brincava sozinha, até com sua própria sombra ás vezes.
 A única pessoa que não deixava Ali sozinha era sua avó Carla, ela fazia de tudo para ver sua neta feliz, nunca fez nenhuma diferença entre seus netos, tratava todos com o mesmo amor. Toda vez que Alice chegava na casa de Carla, sempre tinham bolos, pães e sobremesas esperando por eles, sua casa era o lugar que Ali mais amava ir, exceto pela presença de seu Avô Robert.
 Alice não gostava muito de seu avô, ele era muito bravo e mandava em todos, ele serviu a marinha dos Estados Unidos, e Ali achava que era por esse motivo que era tão nervoso. Diferente de Carla, Robert fazia uma enorme diferença entre seus netos, ele só gostava dos  que o bajulavam e ficavam no seu pé o dia todo, coisa que Ali nunca fez por ninguém. A única pessoa que Ali sempre deu toda a atenção do mundo era Vic, as vezes ela ganhava um presente que tinha gostado muito, e Vic ficava com vontade de ter um igual, então Ali, mesmo tendo gostado muito do presente, dava ele para sua irmã. E foi assim sua vida toda, quando Vic precisava de algo, Ali deixava de ter para dar a ela.

 Ali sempre foi muito baixa, enquanto as garotas de sua idade tinham um e sessenta de altura, Ali tinha um e quarenta e seis, mas ela nunca se incomodou de ser baixa, até gostava.

 Quando completou dez anos, foi para uma escola chamada "The art of learning", oque ela achava esquisito, mas não dava a mínima, sempre foi uma menina que fazia amizades muito fácil, porque era super engraçada e desinibida, quando chegava na escola era o centro das atenções, todos corriam para cumprimenta-la. Mas não era como aquelas meninas patricinhas que chegam na escola e todos corre para ter um pouco de sua atenção, Ali gostava de todos e nunca foi exibida, ela nem entendia o porque todos gostavam tanto dela, mas sempre disseram que era pelo fato de ela ser bondosa, humilde e engraçada.

 Mesmo com toda essa atenção, sempre foi um excelente aluna, tirava apenas notas altas e sempre ajudava a quem pedisse, uma de suas qualidades era que ela não deixava ninguém de fora, nem os nerds, os valentões, patricinhas, ninguém mesmo. Todos sempre se referiam a ela dizendo que era a garota mais legal de todas, mal sabiam eles, em quem ela se transformaria.
 Ali tinha dois amigos que considerava seus irmãos, John Crusery Santiago e Elizabeth Crusery Santiago. Era o trio inseparável, andavam sempre juntos não importa oque acontece-se. E esse lema de ficar junto teve que continuar, pois passaram por algo que ninguém jamais pensou que fosse acontecer. 
       

                Continua...
- Maça.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Sinopse do livro: A estranha história da pequena Alice.

   Alice é uma garota alegre como poucos amigos que teve sua história mudada da noite para o dia.
  De uma garota simples, mostrou-se forte e imbatível, quando se trata de proteger sua irmã Victória.
  Uma promessa que ela fez a seu pai quando criança, a levou a abrir mão de muitas coisas e pessoas que ela amava.
  Mas, até onde pode ir uma adolescente para proteger quem ela ama?

 - Maça.

sábado, 22 de novembro de 2014

Sinopse do livro: Os últimos sobrenaturais (Supernatural Last)

  Oque você conhece alem da realidade pacata de sua vida? Nem todos são seres normais. E se um dia você conhecesse uma garota que te mostrasse a outra metade?
  Elizabeth é surpreendida ao saber que não existem apenas os humanos entre nós, e sim os seres sobrenaturais. Uma guerra no passado deixou para trás poucos desses seres, e Elizabeth tem a missão de faze-los presentes de novo, afinal... ela também é um deles.
  Este livro colocara a prova seu conhecimento sobre a verdade do nosso passado, ou melhor, o passado sobrenatural que existia. Embarque nesta missão com Elizabeth e descubra como será o fim destas espécies, ou sera que não haverá um fim?.

- Maça.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Olá pessoal!

  Decidi finalmente criar um blog para divulgar meus livros, agradeço o apoio de todos para que isso acontecesse.
  Para quem não tem ideia de quem eu sou, vou explicar um pouco.

  Meu nome é Isabela Mascarenhas de Oliveira, eu tenho 16 anos e 1,52 m de altura (sim sou quase uma anã), eu escrevo desde pequena, tinha apenas contos bobos de criança, mas comecei me apaixonar por leitura e também por escrever. Decidi aos meus dez anos que queria escrever um livro completo sobre uma menina super divertida, eu consegui concluir o livro, e por incrível que pareça todos que tiveram a oportunidade de ler aquele simples livro, ão acreditaram que tinha sido uma menina de dez anos que o tinha escrito. Infelizmente eu perdi este livro, e o segundo também. Mas depois desses eu comecei a escreve-los no computador, e nunca mais parei.

  Então eu lhe convido para entrar nessa fantástica história de uma garota que escreve para fugir da própria realidade, e que ama levar todos juntos para esse mundo dos livros. Uma garota incrivelmente confusa, bipolar e com uma pitada leve de loucura. Prazer essa sou eu. :)

  Então é isso pessoal, se vocês estão curiosos para conhecer meus livros é só acompanhar.


 Um enorme Beijo, Maça.   



Nome dos livros que serão postados:


 - " A estranha história da pequena Alice."

 - " Os ultimos sobrenaturais."
 - " Frases da Isa. "

 Comentem qual vocês querem primeiro.



Instagram: @isamacaoliveira